Quer saber o por que do apelido Gambas???
04 dezembro 2007
Retrospectiva 2007: Como a internet modificou a minha vida!

''Estive fazendo um levantamento de todas as baboseiras que me enviaram pela Internet e observei como elas mudaram a minha vida:
Primeiro deixei de ir a bares e boates com medo de me envolver com alguém ligado a alguma quadrilha de ladrões de órgãos e que me roubem as córneas, me arranquem os dois rins ou até mesmo esperma deixando-me estirado dentro de uma banheira cheia de gelo com uma mensagem: "Chame a emergência ou morrerá".
Assim deixei também de ir ao cinema com medo de sentar-me em uma poltrona com seringa infectada com o vírus da AIDS.
Depois parei de atender ao telefone para evitar que me pedissem para digitar *9 e minha linha ser clonada e eu ter de pagar uma conta telefônica astronômica.
Acabei dando o meu celular porque iriam me presentear com um modelo mais novo da Ericson que nunca chegou. Então tive de comprar outro mas abandonei-o em um canto com medo que as microondas me dessem câncer no cérebro.
Deixei de comer vários alimentos com medo dos estrógenos. Parei de comer galinha e hambúrgueres porque eles não são mais que carne de monstros horríveis sem olhos, cabeludos e cultivados em um laboratório.
Deixei de ter relações sexuais por medo de comprar preservativos furados que me contagiem com alguma doença venérea.
Aproveitei e abandonei o hábito de tomar qualquer coisa em lata para não morrer pela urina de rato.
Deixei de ir aos shoppings com medo que seqüestrem a minha mulher e a obriguem a gastar todos os limites do cartão de crédito ou coloquem alguém morto no porta malas do automóvel dela.
Eu também doei todas minhas poupanças à conta de Brian, um menino doente que estava a ponto de morrer umas 700 vezes no hospital.
Eu participei arduamente em uma campanha contra a tortura de alguns ursos asiáticos que tinham a bílis extraída, e contra o desmatamento da floresta amazônica.
Fiquei praticamente arruinado financeiramente por comprar todos os antivírus existentes para evitar que a maldita rã da Budweiser invadisse o meu micro ou que os teletubies se apoderassem do meu protetor de tela.
Deixei de fazer, tomar e comer tantas coisas que quase morro desnutrido.
Cansei de esperar junto a minha caixa de correio os US$ 150.000 que a Microsoft e a AOL me mandariam na participação de rastreio de e-mails enviados.
Nem tampouco chegou o telefone Ericson muito menos a passagem para a Disneylândia.
Quis fazer o meu testamento e entregá-lo ao meu advogado para doar os meus bens para a instituição beneficente que recebe um centavo de dólar por cada pessoa que anota seu nome na corrente pela luta da independência das mulheres no Paquistão, mas não pude entregar porque tive medo de passar a língua sobre a cola na borda do envelope e me contaminar com as baratas incubadas nela, segundo me haviam me informado por e-mail.
Também não ganhei um milhão de dólares, um Porshe e nem dormi com a Nicole Kidmann, que foram as três coisas que pedi como desejo quando recebi e encaminhei o Tantra Mágico enviado pelo Dalai Lama lá da Índia.
E como se não bastasse acabei acreditando que tudo de ruim e de injusto que me aconteceu é porque quebrei todas as correntes ridículas que me enviaram e acabei sendo amaldiçoado.
Resultado: estou em tratamento psiquiátrico.
NOTA IMPORTANTE: Se você não enviar esta mensagem a pelo menos 10 pessoas, nada irá te acontecer. No entanto as mentiras e baboseiras continuarão infernizando a sua vida em 2008 por falta de informação e esclarecimento.
Não se deixe influenciar por elas. Delete-as. Se até as baleias podem ser salvas por que não a Internet?
Em 2008, salvemo-nos...''
>>>Cipriano Morais.
Primeiro deixei de ir a bares e boates com medo de me envolver com alguém ligado a alguma quadrilha de ladrões de órgãos e que me roubem as córneas, me arranquem os dois rins ou até mesmo esperma deixando-me estirado dentro de uma banheira cheia de gelo com uma mensagem: "Chame a emergência ou morrerá".
Assim deixei também de ir ao cinema com medo de sentar-me em uma poltrona com seringa infectada com o vírus da AIDS.
Depois parei de atender ao telefone para evitar que me pedissem para digitar *9 e minha linha ser clonada e eu ter de pagar uma conta telefônica astronômica.
Acabei dando o meu celular porque iriam me presentear com um modelo mais novo da Ericson que nunca chegou. Então tive de comprar outro mas abandonei-o em um canto com medo que as microondas me dessem câncer no cérebro.
Deixei de comer vários alimentos com medo dos estrógenos. Parei de comer galinha e hambúrgueres porque eles não são mais que carne de monstros horríveis sem olhos, cabeludos e cultivados em um laboratório.
Deixei de ter relações sexuais por medo de comprar preservativos furados que me contagiem com alguma doença venérea.
Aproveitei e abandonei o hábito de tomar qualquer coisa em lata para não morrer pela urina de rato.
Deixei de ir aos shoppings com medo que seqüestrem a minha mulher e a obriguem a gastar todos os limites do cartão de crédito ou coloquem alguém morto no porta malas do automóvel dela.
Eu também doei todas minhas poupanças à conta de Brian, um menino doente que estava a ponto de morrer umas 700 vezes no hospital.
Eu participei arduamente em uma campanha contra a tortura de alguns ursos asiáticos que tinham a bílis extraída, e contra o desmatamento da floresta amazônica.
Fiquei praticamente arruinado financeiramente por comprar todos os antivírus existentes para evitar que a maldita rã da Budweiser invadisse o meu micro ou que os teletubies se apoderassem do meu protetor de tela.
Deixei de fazer, tomar e comer tantas coisas que quase morro desnutrido.
Cansei de esperar junto a minha caixa de correio os US$ 150.000 que a Microsoft e a AOL me mandariam na participação de rastreio de e-mails enviados.
Nem tampouco chegou o telefone Ericson muito menos a passagem para a Disneylândia.
Quis fazer o meu testamento e entregá-lo ao meu advogado para doar os meus bens para a instituição beneficente que recebe um centavo de dólar por cada pessoa que anota seu nome na corrente pela luta da independência das mulheres no Paquistão, mas não pude entregar porque tive medo de passar a língua sobre a cola na borda do envelope e me contaminar com as baratas incubadas nela, segundo me haviam me informado por e-mail.
Também não ganhei um milhão de dólares, um Porshe e nem dormi com a Nicole Kidmann, que foram as três coisas que pedi como desejo quando recebi e encaminhei o Tantra Mágico enviado pelo Dalai Lama lá da Índia.
E como se não bastasse acabei acreditando que tudo de ruim e de injusto que me aconteceu é porque quebrei todas as correntes ridículas que me enviaram e acabei sendo amaldiçoado.
Resultado: estou em tratamento psiquiátrico.
NOTA IMPORTANTE: Se você não enviar esta mensagem a pelo menos 10 pessoas, nada irá te acontecer. No entanto as mentiras e baboseiras continuarão infernizando a sua vida em 2008 por falta de informação e esclarecimento.
Não se deixe influenciar por elas. Delete-as. Se até as baleias podem ser salvas por que não a Internet?
Em 2008, salvemo-nos...''
>>>Cipriano Morais.
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Textos
O que tem dentro da garrafa?
Olhe o interior dessa imagem e se concentre.
O que você vê?
Leia a explicação abaixo para compreender o que realmente viu!
Interessante, não?
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Estudos demonstram que as crianças não reconhecem essa imagem íntima porque sua memória ainda não conhece essa situação; o que as crianças vêem são 9 golfinhos.
Você consegue vê-los?
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Ilusão Ótica
Sexo aos 95 anos
Devido ao falecimento do avô aos 95 anos, o jovem Camilo foi fazer
uma visita de pêsames à sua avó de 90 anos.
Quando chega, Camilo encontra a anciã chorando e tenta confortá-la.
Um pouco depois, quando vê a avó mais calma o neto pergunta:
- Vovó, como morreu o vovô?
- Morreu ao fazermos amor - Confessa a avó.
Camilo, espantado, responde-lhe que as pessoas de 90 anos ou mais, não deveriam fazer amor porque é muito perigoso. Ao que a avó responde:
- Mas nós só fazíamos aos domingos, já há cinco anos, e com muita
calma, ao compasso das badaladas do sino da Igreja.
Era ding para meter..... e dong para tirar...
Se não fosse o filho da puta do sorveteiro com seu sininho, o seu
avô ainda estaria vivo...!!!
uma visita de pêsames à sua avó de 90 anos.
Quando chega, Camilo encontra a anciã chorando e tenta confortá-la.
Um pouco depois, quando vê a avó mais calma o neto pergunta:
- Vovó, como morreu o vovô?
- Morreu ao fazermos amor - Confessa a avó.
Camilo, espantado, responde-lhe que as pessoas de 90 anos ou mais, não deveriam fazer amor porque é muito perigoso. Ao que a avó responde:
- Mas nós só fazíamos aos domingos, já há cinco anos, e com muita
calma, ao compasso das badaladas do sino da Igreja.
Era ding para meter..... e dong para tirar...
Se não fosse o filho da puta do sorveteiro com seu sininho, o seu
avô ainda estaria vivo...!!!
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Piadas
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